Não é de hoje que a recomendação médica é não sair de casa sem ter aplicado um protetor solar. E não é para menos. Com os grandes problemas de poluição ambiental que enfrentamos (o grande desafio do século, diríamos), não há pele que resista aos efeitos causados pelos raios UVA e UVB no verão.

A Academia América de Dermatologia aumentou o fator mínimo de 15 para 30, válido para todos tipos de pele, após pesquisas apontarem que a maioria das pessoas aplica apenas de 25% a 50% da quantidade de filtro solar recomendada. O uso deve ser diário, sobretudo no rosto, pois não podemos esquecer que a luz também prejudica a pele.

No mercado há uma infinidade de opções com os mais diferentes preços, o que torna o uso do protetor solar acessível a todos. Alguns oferecem um plus a mais, como substâncias que combatem o envelhecimento, oleosidade zero (oil free – ideal para peles oleosas), efeito antioxidante, e por aí vai. Evite sempre os de uso manipulado porque ele não passa pelo mesmo teste rigoroso de eficácia como os industrializados.

As texturas também são variadas, mas todas são absorvidas perfeitamente pela pele. É apenas uma questão de preferência, mesmo, e preço.

Para que se garanta a proteção, é preciso saber a quantidade certa a ser aplicada, sobretudo no rosto, região do corpo mais exposta. Vamos lá:

  • Soft Cream: o mais comum – aplique o equivalente a dois feijões
  • Espuma: tenha como referência o tamanho de uma bola de pingue-pongue
  • Sérum: aperte cinco vezes o pump
  • Ultrafluido: Baseie-se no tamanho de seu polegar

 

Sociedade Brasileira de Dermatologia

A dica da Sociedade Brasileira de Dermatologia é que você tenha um verão com responsabilidades. Há 12 anos ela combate o câncer de maior incidência no Brasil (correspondente a 25% dos tumores diagnosticados em todas as regiões geográficas), com a Campanha de Prevenção ao Câncer de Pele. Suas 5 preciosas dicas de proteção, são:

  1. Minimize a exposição ao entre às 10h e 16h;
  2. Use roupas e chapéus para proteger-se do sol;
  3. Não utilize produtos capazes de bronzear a pele;
  4. Proteja as crianças. Não utilize protetor solar em crianças abaixo de 6 meses, elas devem ter exposição solar limitada;
  5. Faça autoexame regular da pele, usando espelhos. No caso de manchas escuras, nódulos e a alteração de cor em pintas já existentes procure um dermatologista.
Anúncios